De 2022 a 2024, atuei como consultor em um projeto gigantesco: um monolito responsável por monitorar todo o fluxo operacional do que, na época, era o maior recinto em movimentação de containers da América Latina.
O cenário técnico, de forma superficial, era o seguinte: o software começou a ser desenvolvido em 2020 utilizando .NET Core 2.2 e, em algum momento no início de 2021, foi migrado para .NET Core 3.1. O sistema era um monolito gigantesco, projetado para ser implantado em 8 filiais diferentes. Dessas 8 unidades, 6 utilizavam Oracle Database em versões distintas, enquanto apenas uma filial utilizava Microsoft SQL Server.
Quando cheguei para atuar no projeto, o sistema já estava há aproximadamente um ano sem receber commits. Os desenvolvedores anteriores haviam saído da empresa, não existia documentação técnica e praticamente todo o conhecimento do negócio havia sido perdido.